quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Culpado ou inocente

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um “bode expiatório” para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca.
Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história. O juiz, que também foi comprado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que este provasse sua inocência.
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino – determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance de o acusado se livrar da forca. Não havia alternativas para o pobre homem.
O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.
O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a “vibração”, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu.
Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
- Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber o seu veredicto?
- É muito fácil. – respondeu o homem – Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário. Imediatamente o homem foi liberado.

MORAL DA HISTORIA: Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que, para qualquer problema, há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Cinco Grandes Lições de Vida

PRIMEIRA IMPORTANTE LIÇÃO:
Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era:
“Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”
Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.”É claro!”… Respondeu o professor e continuou: “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “alô”.
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
SEGUNDA LIÇÃO IMPORTANTE:
Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona. Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam.
Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos raciais dos anos 60, parou para ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: “Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Deus o abençoe por Ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole”
TERCEIRA IMPORTANTE LIÇÃO:
Sempre se lembre daqueles que te serviram. Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
- “Quanto custa um sundae?” ele perguntou.
- “50 centavos” – respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
- “Bem, quanto custa o sorvete simples?” ele perguntou.
A essa altura, pessoas estavam esperando por mesas e a garçonete perdendo a paciência.
- “35 centavos” – respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse:
- “Eu vou querer, então, o sorvete simples”.
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.
O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas – ou seja, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
QUARTA IMPORTANTE LIÇÃO:
O obstáculo no nosso caminho. Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:
“Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição”.
QUINTA IMPORTANTE LIÇÃO:
Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco mas depois de uma profunda respiração ele disse:
- “Tá certo, eu topo já que é para salvá-la…”.
À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:
- “Eu vou começar a morrer logo?”
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!
Pois é, Compreensão e Atitude são tudoooooooo !!!
Lembre-se sempre:
“Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando”.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A própria vida

Mesmo a verdade sendo única, cada Cacique ou Sacerdote de Umbanda interpreta as verdades da espiritualidade, se sua própria maneira.
Isso é errado? Creio que não, pois interpretamos de acordo com a nossa missão, cada Cacique, ou melhor, pessoa é uma pessoa, um indivíduo, um ser único, com sua história, suas vitórias e suas derrotas, portanto, vê a vida de uma forma completamente individual e pessoal, e a espiritualidade nada mais é do que a vida.
Mas a idéia inicial sempre é ou deve ser ser a mesma quando um Cacique vai "iniciar" um médium, ele tem que conhecer este, ao ponto de conseguir utilizar uma forma, para a apresentação das verdades espirituais, que lhe seja fácil a assimilação.
Assim como um bom pai tenda educar todos os seus filhos da melhor forma possível, mas respeitando as suas diferenças e personalidades.
Ninguém é melhor que ninguém, apenas diferentes e essa diferenças faz com que, inteligentemente, se apresente de uma forma impar para cada um de nós.
E essa diferenças são saudáveis e proporcionam o equilíbrio se não a própria vida.
Quando independentemente da apresentação, as verdades espirituais são transmitidas, a Umbanda segue viva.
E o que é a Umbanda alem de ser a própria vida.

Paz, Luz e Amor a todos.

Rafael d'Ogum

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Festa de São Cosme e Damião


Vivendo e aprendendo

Sempre há o que se aprender quando o assunto é espiritualidade, nenhum de nós pode afirmar ser perito nessa área.
Para compreender algo sobre o tema, necessitamos, antes de qualquer coisa, entender que tudo é baseado em uma lógica divina, que nem sempre é clara para nós.
Mas algumas regras nos são bastantes identificáveis. Lei do carma por exemplo, a própria história de nosso mestre Jesus é uma demonstração de conduta perfeita. Até devido ao grau incomparavel de altíssima evolução espiritual e conhecimento da lógica divina.
Nem o senhor Zélio Fernandino de Moraes e nem o querido Francisco Cândido Xavier, que era, ou melhor, são seres de vasto AMOR (Avanço Moral) detinham conhecimento pleno sobre o assunto, se nem eles sabiam tudo, como nós podemos afirmar que sabemos.
Mas que arrogância do Rafael querer avaliar se Chico ou Zélio eram peritos ou não, não é arrogância, sei muito bem me colocar no meu insignificante lugar, apenas vejo com os olhos que Deus me deu e aprendo, ou tento aprender.
O Caboclo das Sete Encruzilhadas foi bem claro: "... aprenderemos com os que mais sabem e ensinaremos aos que menos sabem, e a ninguém viraremos as costas, pois essa é a vontade do Pai.".
Até o Caboclo das Sete Encruzilhadas, que era o guia de um dos seres mais evoluidos que pisou nessas terras, colocava o aprender antes do ensinar.
O que sobra para nós, o que sobra para mim. Baseado nisso, e sabendo que o corpo morre mas a alma sempre vive, outra regra da espiritualidade salta aos olhos.
"Vivendo e aprendendo."

Saravá.

Rafael d'Ogum

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Flor rara

Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem e uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso. O trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo, e pouco sobrava para a família.
Um dia, seu pai, um homem muito sábio, deu a ela uma flor muito cara e raríssima, da qual havia apenas um único exemplar em todo o mundo. E disse a ela:
- Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas de regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela, e ela dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas cores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, o trabalho consumia todo o seu tempo e a sua vida, não permitindo que ela sequer cuidasse da flor. De volta à sua casa, ela olhava a flor, que ainda estava lá, não mostrando sinal de fraqueza ou morte. Apenas estava lá, linda, perfumada. Então ela passava direto.
Até que um dia, mal entrara em sua casa, a jovem leva um susto! Sem mais nem menos, a flor morreu. Suas pétalas estavam murchas e escuras, suas folhas, ressecadas. A jovem chorou muito e contou a seu pai o que havia acontecido.
Seu pai então respondeu:
- Eu já imaginava que isso aconteceria e não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa. Ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. A relação com as pessoas que nos amam é como a flor: você deve aprender a cultivá-la, dar atenção a ela.
Assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre colorida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama.

Pense-mos.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Blog para contato

Sei que as vezes torno-me chato, inclusive, fujo da ideia inicial do blog.
Hoje aproveito o blog, que esta com uma média de 50 acessos por dia, para falar com as pessoas que me pedem alguns esclarecimentos e orientações sobre doutrina, por telefone ou pelo e-mail, ou até mesmo uma "ajuda espiritual", sei que quando uma pessoa vem até nós, é porque realmente acredita, e nem sempre podemos ajudar como gostaríamos, até por que, não damos "consultas on-line". Mas passamos os ensinamentos que adquirimos com o tempo, e a doutrina é tão linda e completa, que entendendo o básico dela, aprendemos que para tudo nessa vida tem uma maneira espiritualizada de interpreta-la.
Há um amigo, que me ligou à algum tempo, me pedindo uma orientação pois estava com um problema de ordem pessoal e familiar, não colocarei o seu nome no blog. Mas perdi o seu numero, se for possível e de interesse, entre em contato novamente.
Desculpem os demais leitores e seguidores, mas é que esse é o único modo que encontrei para comunicação com esse amigo.
Que Pai Oxalá abençoe a todos.

Rafael d'Ogum