segunda-feira, 16 de maio de 2016

Caminhar de Preto Velho

Há quem não acredite na Energia Divina de Yorima, nossos tão amados Pretos Velhos. 
Mesmo assim, esses amigos sempre acreditam em nós. Acreditam e amam ao ponto de nos chamarem e tratarem como filhos.
Seres fantásticos, de complexa simplicidade, que nos alto de suas sabedorias nos ensinam que o menos é mais, que o nosso ego não é nada e que Deus é tudo.
Velhos mandingueiros, Magos Brancos, são a personificação da sabedoria. 
Esses trabalhadores andam devagar, pois não são espíritos de vagar. Andam devagar, pois sabem onde querem chegar e sabem, também, que quem anda rápido pode chegar no mesmo destino, só que não aproveita o caminho por onde anda.

Adorei as Almas!!

Rafael Hernandes

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Pretos velhos não morrem

Pretos Velhos, grande figuras. Essas entidades que representam os africanos, os escravizados. Representam, também, a sabedoria, o amor, a fé e a Nossa Amada Umbanda.
Nem todos foram escravos e africanos, mas todos trazem uma mensagem de Liberdade.
Nos orientam a libertar-nos dos nossos egos e dos nossos vícios. Para que consigamos evoluir.
Linha de trabalho que é cada vez mais rara e esquecidas em Terreiros e Tendas espiritualistas, pois eles ensinam a resiliência, a calma. Mas nos dias de hoje, as pessoas querem tudo para ontem, e a resiliência e a calma deixam de ser virtudes.
Mas esses Magos Brancos estarão sempre conosco. 

Pedindo seu cachimbo e espalhando sabedorias e abraços.

Rafael Hernandes

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Repassando boas idéias

Creio que toda as idéias que são boas, devem ser compartilhadas..
Nós da TAEPO, não fomos os inventores de nada na Umbanda, e muito menos, na espiritualidade.
Pensamos sim, em realizar um trabalho de doutrinação diferente, do que conhecíamos, assim surgiu a "Conversa com o Preto" e em seguida o  "Papo Caveira", que seguem exatamente os mesmos moldes. As pessoas em volta, perguntando para as entidades e ouvindo suas explicações e histórias. Na verdade, o que acontece é um bate-papo bem descontraído e didático.
Depois da consolidação desses trabalhos em nossa Tenda comecei a perceber que variantes da nossa forma de doutrinação existiam em muitos lugares por aí. 
Acredito que a espiritualidade passou essa idéia para nós e para outros, por se tratar de uma idéia boa.
Acredito ser uma tendência, essa maneira de passar a perspectiva espiritualista para os seguidores, de forma leve e sem tensão.

Que as boas idéias continuem se espalhando.

Rafael Hernandes

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Mediunidade, o canal da Caridade

Médiuns. Vou convida-los à pensar comigo.
De modo geral, quando as pessoas vem ao nosso encontro, pedindo algum tipo de ajuda, é porque elas acreditam que poderemos ajudá-las. Se com um conselho, esse deve ser sempre embasado na doutrina e filosofia espiritualista, ou com a consulta de algum dos nossos guias.
Quando essas pessoas nos procuram para ter uma resposta. É porque nos enxergam aptos para tal feita.
Precisamos ter uma coisa bem clara em nossas cabeças. Qualquer coisa que falarmos, poderá influenciar, diretamente na vida desta
Mas não podemos privar-nos dessa responsabilidade.
Quando uma pessoa chega à TAEPO, pedindo uma consulta, por exemplo, paro o que estiver fazendo para dar a atenção aquela pessoa.
Sem contar a enorme gratificação pessoal, que é ver os irmãos mais aliviados depois de uma "conversa". E o orgulho em ter a honra de trabalhar com entidades, que podem fazer, e fazem, a diferença na vida das pessoas.
Então irmãos, trabalhadores das Sagradas Linhas, não podemos esquecer que. "A Umbanda é a manifestação do espírito para a Caridade" e o nosso dever, como médiuns, é propiciar as condições para que os espíritos evoluídos e iluminados possam exercer essa caridade.

Doem-se irmãos.

Rafael Hernandes

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Diferenças abençoadas

Na grande maioria das vezes, não prestamos muita atenção em nós mesmos. É muito mais fácil criticar e apontar o dedo para o próximo, do que para nós mesmos.
Esquecendo assim, os ensinamentos do Mestre: “Amai ao próximo como à si mesmo.”
Mas isso é uma coisa da sociedade, poucos são os que se portam de maneira realmente Cristã. Apesar de muitos se dizer ser.
Aprender, respeitar e aceitar que há diferenças e que essas diferenças são salutares para o crescimento de todos, pois se todos pensássemos de forma igual, ou parecida, saberíamos as mesmas coisas e nada teríamos para ensinar uns aos outros.
Claro que há muitas atitudes, de muitos amigos, conhecidos e familiares, que eu não me vejo fazendo, mas não é isso que me dá o direito de julgar errado, ou até mesmo certo, essas atitudes.
Precisamos compreender que são as diferenças que nos fazem evoluir e aprender. Então, que Pai Oxalá abençoe as diferenças, e nos faça cada vez mais diferentes, em pensamentos, gestos e atitudes.


Rafael Hernandes

domingo, 3 de abril de 2016

Protegidos pela Umbanda

Quando um Umbandista, de alma, faz um pedido por justiça. As forças brotam de todos os lados e a justiças sempre se realiza. Quando um Umbandista evoca suas forças, seu guias, mentores e guardiões, a natureza e o universo conspiram e fortificam esse humilde filho de fé.
Caro amigo e irmão Umbandista, quando precisares que a justiça seja feita, quando for necessário uma forcinha extra ou alguma proteção contra algo que foge ao seu controle. Não faça despachos ou oferendas, simplesmente faça uma oração, faça humildemente um pedido, pois seus amigos espirituais, estarão ali para lhe guardar e lhe mostrar o quanto te querem bem.

Que Pai Oxalá vos abençoe.

Rafael Hernandes

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Conversando e aprendendo

Como é interessante e empolgante conhecer novas linhas de trabalho de uma mesma religião.
A espiritualidade nos brinda com uma diversidade, muito grande, de formas de trabalho e de compreensão.
Conversando com um conhecido, em meio à uma Gira de Exu, sobre o modo que ele entende a religião, aprendi algo sobre essa perspectiva.
Entre um "Alupandê", um "Laroiê", e um "Exu é Mojuba", dos queridos, valorosos e guerreiros Exus que cantavam e trabalhavam à nossa volta. Aprendi, mais alguma coisas sobre essa vasta, e distinta, linha de ação.
Sou grato a Pai Oxalá por fazer-me um eterno ignorante, mas com vontade de deixar esta ignorância, querendo adquirir conhecimentos. Pois só assim conseguirei abandonar o preconceito, que é inerente ao ego dos seres humanos.
Que Pai Oxalá nos permita.

Rafael Hernandes