quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Filho, quem tem medo não medra.

Muitas vezes, afirmamos que somos espiritualistas, por freqüentar Centros Espíritas, Tenda Umbandistas, ou simplesmente por que nos afeiçoamos às doutrinas espirituais. Mas o principal, não fizemos, que é por em prática TODOS os conhecimentos que adquirimos com a espiritualidade. 
Muitas vezes, deixamos o medo ser mais forte que nós, muitas vezes damos muito mais valor para os nossos egos e com isso prejudicamos, e muito, a evolução de nossos irmãos e a nossa.
Pai Francisco de Aruanda, Sábio Preto Velho a quem amo e venero, me disse certa fez que:
-Filho, quem tem medo não medra.
Eu, na minha ignorância, não conhecia essa palavra: MEDRA
Fui pesquisar e aprendi que MEDRA quer dizer prosperar.
Infelizmente, hoje vemos muitos não medrando, não crescendo, não expandindo. Exatamente por medo.
Espíritas e espiritualistas, se limitando e, até mesmo, prejudicando os outros por medo. Medo de serem rotulados, prejudicados e atacando para se defenderem, de ameaças inexistentes.  Muitas vezes de forma covarde. Colocando em xeque muito mais do á própria evolução, mas a de outros.
Esquecendo que colhemos o que plantamos, e que muito será cobrado á quem muito foi dado. Deus nos dá o que precisamos, e nada mais do que isso.
Na Terra, vivenciamos provas para que nosso Livre-Arbítrio seja aplicado e nessas escolhas, possamos optar pelo o que vamos plantar, para depois colher.
Então, meus queridos amigos e irmãos espiritualistas, freqüentadores de Centros Espíritas, Tendas de Umbanda, ou simpatizantes das doutrinas espirituais. Não descuidem dos ensinamentos desta, tão esclarecedora doutrina, e coloquem em prática esses ensinamentos.
A escolha é sua, vai temer ou medrar?


Rafael Hernandes

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Dia 13 foi o Dia dos Pais

Quem me conhece, sabe que costumo meditar sobre os mais variados assuntos, tentando chegar em algumas respostas. O que na maioria das vezes, apenas me trás mais perguntas. O que acredito ser bom.
Pensava eu sobre o nosso relacionamento com o Pai, o Criador. Comecei a ficar triste, pois lembrei e percebi todo o carinho, amor e luz desprendidas em toda a Sua obra.
E o respeito que Ele teve por nós, em dar-nos o livre-arbítrio para tomarmos as nossas próprias decisões. Minha tristeza não se fez por causa da obra do Pai, mas sim, no que nós fizemos com ela. O que nós fizemos com nós mesmos.
Tornamo-nos seres individualistas, mesquinhos e apagados, desrespeitamos a nós mesmos e não damos o mínimo valor a criação que o Pai nos deu.
Somos piores que mercenários, prostituímos nossas vontades e nossas personalidades por sensações baixas e egoístas.
Maculamos os ensinamentos do Pai, com um excesso de egoísmo e auto-suficiência. Esquecemos de amar uns aos outros, esquecemos de retribuir amizade e afeto, esquecemos de respeitar quem nos respeitou, de ajudar quem já nos ajudou e de perdoar que já nos ofendeu. Simplesmente por que utilizamos o nosso livre-arbítrio, o maior sinal de respeito de Deus Pai à sua criação, para fins extremamente pessoa e individualista.
Muitas vezes, deixamos que os valores  monetários sejam mais valorosos que os valores humanos.
Quando em meditação, me lembrei da data limite, explanada por Francisco de Paula Candido Xavier (Chico Xavier), que avisou que se nós não fossemos mais humanos e compreensivos, nem nosso Irmão Maior, Jesus o Cristo, poderia interceder por nós diante do Pai. Senti que estamos no caminho contrario, percebi que as pessoas olham apenas para o seu próprio umbigo e que os outros me paguem pela minha própria incapacidade de ser grato e feliz.
Pensei, também, na incapacidade que todos temos de compreender que perante à Deus pequenos somos, mas também que Ele nos ama mesmo assim. E nos respeita.
Pior é que creio, ou quero acreditar que esse cenário de trevas e horror possa sofrer uma mudança. E que essa mudança deve ser iniciada utilizando a nossa maior ferramenta, que é o próprio livre-arbítrio. Trocarmos a polaridade de nossas energias e o alvo de nossas atitudes. Acredito que devemos amar o próximo, mais do que a si mesmos. Já que amar a si mesmos, e só a sim mesmos, esta levando a nossa sociedade a extinguir a nossa humanidade.
Cada um terá que fazer a sua parte, sua reforma íntima e sua auto-avaliação, esquecendo as atitudes dos demais.
Eu, bom, eu continuarei reflexivo. Tentando aplicar o máximo de respeito à Obra do Pai, utilizando o livre-arbítrio que me foi dado, de modo a ajudar o próximo, dentro das minhas possibilidades.
Estou longe de ser melhor que alguém, mas também não me considero menor que ninguém, apenas quero ser um filho que segue os ensinamentos que o Pai me deu.


Rafael Hernandes

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

UMBANDA, Simples assim.

Como não amar?
Como não se emocionar?
Como não chorar?

A Umbanda é muito mais do que uma religião.  Na verdade a Sagrada Umbanda altera todo os sentidos de uma pessoa e toca no mais profundo interior de cada ser que se deixa envolver por essa Linha de Trabalho espiritualista.
Quando aprendemos a sentir o que a Amada Umbanda nos dá, começamos a compreender que a humanidade, ainda pode, ser chamada de humanidade.Pois deixamos de ser seres individuais e mesquinhos.
Respeito muito os que vivem a Religião e não os religiosos preconceituosos e obsoletos. Que se apoderam das doutrinas e se servem delas.
A Umbanda ainda vive por causa de pessoas que sentem no fundo de seus corações e de suas almas a essência emanada pela Umbanda.
A Umbanda esta no idoso que com fé pede, na criança que com inocência pede, no jovem que com força pede;
A Umbanda esta nos que acreditam, e agradecem.
Lembremos que o agradecimento pode ser feito em forma de pedido, pois quando pedimos estamos dizendo ´´Tudo posso naquele que me fortalece``. E isso é fé pura.
Os espíritos atuantes nas lides espiritualistas evolutivas, sempre ouvem os pedidos de clemência com ouvidos de irmãos mais velhos, preocupados que seus irmãos menores sejam um dia melhor do a si próprio.
A Umbanda é tudo, quando nos mostra que somos tão grandes quanto a nossa própria fé.Em Deus, nos Guias e em nós mesmos.



Rafael Hernandes